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(FFXIII) Explicando a primeira impressão

Uma das tartarugas gigantes de Pulse

Este post "Final Fantasy XIII: crítica, dicas e walkthrough (detonado, passo a passo)" continua sendo a porta principal de entrada para o blog.

Passados mais de 9 meses desde que foi escrito, estou um pouco cansada de responder os comentários explicando tratar-se de uma primeira impressão, que foi modificando-se com o decorrer do jogo.

À quem está chegando agora:

Final Fantasy XIII é um jogo diferente dos demais (como aliás, todo FF é diferente dos outros) e a impressão dos primeiros momentos é esta, porém conforme vai-se caminhando é como se o jogo fosse evoluindo junto, ganhando em riqueza e profundidade e mesmo em liberdade.

À partir do 3o. CD (no Xbox360), ou seja, do Cap. 11, todas as restrições deixam de existir e encontramo-nos em um vasto mundo, podendo ir e voltar para os próximos leveis encontrados nos Cap. 12 e 13.

Até lá, aos poucos, vamos podendo interferir na montagem da equipe, mudanças em armas e acessórios e, principalmente, aprendemos a lidar com os paradigmas, a grande chave do jogo para batalhas realmente épicas.

FFXIII é uma engrenagem de pequenas peças e para que funcione à perfeição temos que dominar cada detalhe: paradigmas, armas, habilidades, acessórios.

Algumas lutas requerem estratégia extremamente refinada e ajuste muito fino das configurações para serem vencidas, mas não há melhor sensação do que a vitória contra a primeira tartaruga gigante, que nos primeiros contatos liquidava com todo o grupo à primeira pisada. :DD

Existem mais de 100 armas em FFXIII e até hoje não se chegou a um consenso de qual seja melhor para cada personagem, sendo ideal ter todas, o que é praticamente impossível de ser feito antes do final da estória.

A luta por gil é uma constante que lhe acompanhará, do começo ao fim, juntando-se à luta por trapezohedron no final.

Joguei por mais de 200 horas e não cheguei a derrotar o último boss da última das 64 missões: Vercigentorix, cansada da upagem e da busca de gil/trapezohedron, que no pós game é um pouco desgastante por tratar-se de um item de drop raro e depender mais da sorte do que da habilidade. Mas ainda voltarei e concluirei. :D

A estória é extremamente rica, demandando discussões acirradas e especulações variadas net à fora até hoje e a atenção deve ser redobrada em todas as CGs para um bom entendimento.

A sessão Catalog desbloqueia parte da estória no fechamento de cada capítulo e vale conferir para não se perder. Também na sessão Catalog, confira a parte denominada Analects, que trata da mitologia, do passado de ambos os planetas.

Até hoje emociono-me ao rever as cenas finais, acredito que o melhor final de todos os FFs: deslumbrante, grandioso, épico e impressionante!

Gostaria de jogar novamente agora, com a luz de novos conhecimentos sobre o enredo e farei isto quando for possível.

E, só para concluir, eu não teria jogado mais de 200 horas e dedicado tanto tempo escrevendo textos sobre FFXIII se não fosse um jogo que valesse a pena.

Portanto, leiam meu texto inicial como ele realmente é: uma primeira impressão e aproveitem todas as dicas do Tudo Aqui de FFXIII para vivenciarem momentos realmente vibrantes, densos e emocionantes!

Bom jogo! :DDD

Comentários

William disse…
Olha, quando comecei a jogar o FFXIII, em 30 min de jogo eu desliguei e fiquei 3 meses com ele de molho. Simplismente ODIEI o jogo. Minha primeira impressão foi exatamente igual a sua. Suas critícas são bem fundadas e verdadeiras, por isso não vejo mal algum naquele post. 

Ps: Dei mais uma "chance" ao jogo pra compensar o investimento e agora até que está legalzinho a medida que você se acostuma com o formato linear (que por sinal condiz com enredo), o sistema de batalha começar a ser liberado, etc...E antes que eu me esqueça, parabéns pelo Blog!
Akemi disse…
eu finalizeei esse final fantasy concerteza um dos melhores ! meu favorito ainda é o final fantasy VIII,detalhe tenho só 12 anos de idade....

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