quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Final Fantasy XIII episode I Parte 6: A convocação do destino...


Sem dúvidas, o meu preferido até aqui! Lightning parece outra pessoa! Ainda faltam dois capítulos, mas estes, infelizmente, só em 2011. Não conseguirei postar mais nenhum hoje e viajo amanhã... Mas o mais breve que puder terei os outros dois prontinhos e lançados!!!

Estou curiosissímo para saber aonde essa história irá nos levar... Mais curioso ainda para saber se teremos ou não um XIII-2 ou se vai ser a base para a história do Dissidia Duodecim, lol!!!

Já pensaram se a Lightning encontra a Etro, The Marker ou Lindsay e retoma os poderes que tinha como L'cie, ou algum tipo de poder novo? Seria muito legal, hehe...

Contudo, ainda teremos uma longa espera pela frente...

Espero que curtam este capítulo tanto quanto eu!!!

..........

Lightning viu uma imagem de Fang, em sua mente, gritando que eles deveriam deixá-las, e não tentar resgatá-las. Ela encolheu os ombros, um pouco.

“Vocês sabem que essa não é a nossa característa, apenas deixá-las para trás.”

Eles lutaram juntos por tempo suficiente para que todos saubessem o que o outro estava pensando, o que queriam dizer. Tinha certeza de que os outros queriam trazê-las de volta. Mas seria muito para simples mãos humanas, trazer um l'Cie cristalizado de volta à vida, e se eles quebrassem o pilar que sustentava Cocoon…

Eles poderiam libertá-las sem quebrar o pilar de cristal? Ou eles poderiam destruir o pilar sem causar mais destruição à Cocoon? De qualquer forma, seria mais trabalho do que a atual tecnologia humana pudesse suportar.

Ela teria que ir procurá-la em outro lugar.

Poderia haver algo que pudesse ajudar, alguma tecnologia, dormindo em algum lugar de Gran Pulse. Ou talvez alguma dica escrita em algum lugar.

Quando eles chegaram aqui, eles estavam procurando uma maneira de se livrar de suas marcas l'Cie. Mas voltaram para Cocoon de mãos vazias.

Havia ainda muitos lugares que não tinham visto, que não tinham visitado. Se procurasse lá, ela poderia achar o que estava procurando. O único problema é que era perigoso, agora que ela já não era uma l'Cie. Gran pulse estava cheia de monstros de todos os tipos, lidar com eles não seria fácil. Seria uma longa viagem.

De qualquer forma, ela não poderia deixar Snow ir com ela. Sua tarefa era fazer Serah tão feliz quanto possível. Lightning voltou os olhos para o casal, andando na frente dela.

Não tinha sido há muito tempo atrás, quando ela considerava seu próprio trabalho proteger Serah. Ela se lembrou dos dias em que segurava a mão pequena de Serah quando andavam aqui e ali. Agora era hora de passar essa responsabilidade. Não, esse tempo já era passado. Snow já havia tomado o seu lugar. Só ela não tinha notado isso.

No começo, ela pensou que ele era nada mais do que palavras. Antes que percebesse, ela descobriu que as as suas palavras a encorajavam, faziam-na seguir adiante quando sentia vontade de desistir. Porque suas palavras traziam a verdade, poderiam mover as pessoas, torná-las mais fortes.

Snow era o único com quem ela poderia deixar Serah. Quem ela poderia confiar. Eles poderiam sobreviver naquela cruel e vasta terra.

“Por favor, seja feliz, Serah.”

Lightning sussurrou, e sorriu. Mais uma responsabilidade havia terminado. Sentia-se bem. E ainda... um pouco triste. Mas mesmo a tristeza tinha um tom de contentamento.

Sazh estava andando com os soldados até o ponto de pouso das airships, mantinha Dajh por perto. Dajh olhou para Lightning, e deu-lhe um exuberante aceno. Que tipo de menino. Ela acenou de volta e ele sorriu.

Sazh estaria ocupado cuidando de Dajh a partir de agora. Essa era a sua responsabilidade. Não havia substitutos para os pais de uma criança. Lightning sabia, tendo perdido os seus próprios pais. Ela queria que os dois fossem felizes juntos por tanto tempo quanto pudessem.

E Sazh estaria ocupado trabalhando como piloto. Gran Pulse era muito maior do que qualquer um poderia imaginar em Cocoon, Airships seriam uma grande parte da vida das pessoas aqui. As habilidades de Sazh seriam muito utilizadas. Ele não seria capaz de ir com ela para procurar uma maneira de libertá-las.

Nem Hope. Embora ele tivesse sido forte como um l'Cie, sendo capaz de invocar Alexander, agora ele era um menino normal. Embora a vida das pessoas ficasse difícil por um tempo, não seria sempre assim. Eventualmente, escolas abririam novamente, e ele poderia ir para a escola e brincar com os amigos... essa era a vida que o esperava.

Ela queria crescer rapidamente, para proteger Serah. Mas queria que Hope apreciasse o curto espaço de tempo que ainda tinha como criança.

Para aliviar a dor de perder sua mãe. “Então é isso,” ela pensou. “A única pessoa que pode encontrar uma maneira de salvá-las sou eu.”

E ela realmente não tinha achado que uma vez que tivesse protegido Serah seria o fim. Claro que, no início, tudo o que tinha pensado era só que queria salvar Serah.

"Quando foi que mudou?"

Talvez quando ela estava em Gran Pulse, olhando para Cocoon. Quando ela viu o seu mundo de fora. Que o mundo que ela pensava ser tão grande, pudesse parecer tão pequeno, que pudesse segurá-lo na palma da sua mão.

Comparado com o céu aberto, Cocoon era tão pequena. Mas dentro haviam muitas, muitas pessoas vivendo, com tanta felicidade quanto pudesse preenchê-la.

Ela jamais se esqueceria da surpresa que sentiu naquele dia. Foi, provavelmente, então, que algo mudou dentro dela.

Para salvar Serah, para sobreviver juntamente com os outros. Não apenas outros l'Cies que ela tinha conhecido como amigos, mas todo o povo de Cocoon. Ela começou a sonhar com um dia em que poderia viver junto com todos.

Isso não havia mudado. Não, não é mesmo só o povo de Cocoon. Mas as pessoas que, como Vanille e Fang, poderiam estar sobrevivendo em algum lugar em Gran Pulse neste dia. Ela queria proteger o futuro de todas as pessoas que vivessem neste mundo.

“É por isso que a minha luta ainda não terminou…”

Ela sabia que tinha que sair rapidamente. Não sabia o porquê. Foi algum sentimento que teve. E de repente, ela estava correndo.

“Por quê? O que está me empurrando assim? Que... o que é isso?”

..........

Como sempre, o original veio daqui.

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