quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Final Fantasy XIII episode I Parte 4: Toda ajuda é bem vinda!!!

Para ver em tamanho grande, basta clicar!!!


Bem pessoal, mais um capítulo do episode I, esse, tão tranquilo quanto o seu protagonista, Sazh, hehehehe!!!!

Espero que gostem, pois eu estou curtindo fazer essas traduções!!!

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"Hey, uh ... desculpe-me? Vocês tem pilotos suficientes? "Sazh perguntou ao soldado. No momento em que Hope perguntou se havia qualquer coisa que ele poderia fazer para ajudar, ocorreu à Sazh que devia haver algo que ele poderia fazer também.

"Com tantas pessoas que temos para evacuar, quanto mais pilotos, melhor."

Sazh olhou para Cocoon. Mesmo com um terço de Cocoon danificado, ele se perguntou quantas viagens seriam necessárias para evacuar toda a população de Cocoon.

"Bem, isso é verdade, mas …"

"Tudo bem então. Enquanto você ficar no cockpit, não terá que se preocupar com ninguém ver seu rosto."

As Airships não estavam apenas sendo usadas para voar em linha reta de Cocoon à Gran Pulse.

Dentro do casulo de Cocoon havia avalanches, prédios sendo tombados, e as pessoas dentro deles, que precisavam ser resgatadas. Para isso, era preciso usar as naves menores, que poderiam alcançá-los. Bem como pilotos para controlá-las.

"Atualmente... a verdade é que precisamos de mais pessoas do que temos agora."

"Pelo menos a PSICOM parou com todas aquelas lutas. Eu acho que alguma coisa boa sobrou de tudo isto."

Abaixo do pilar de cristal, os soldados uniformizados em azul trabalharam em conjunto com a PSICOM. Transportando muitos suprimentos necessários, fazendo tudo o que podiam para ajudar. Eles estavam todos trabalhando para ter certeza que os cidadãos da Cocoon estivessem seguros. “No entanto, mais um milagre”, Sazh pensou.

"Então, onde está a sua licença?"

"Não, se ele pode voar, então vamos pegar qualquer um."

Oficialmente, ele estava apenas autorizado à pilotar naves civis, mas em uma emergência como essa, ninguém seria tão cabeça dura para dizer que era contra o regulamento ele pilotar uma nave militar.

"É claro... Além disso, eu tenho o meu filho comigo. Eu ficaria muito grato se você pudesse me dar uma nave com um espaço extra na cabine."

Sazh não queria deixar ninguém cuidar de Dajh agora. Quando tudo voltasse ao normal, ele poderia trabalhar e deixá-lo ir para a creche. Mas agora as coisas eram diferentes. Agora ele não queria deixá-lo ir por um momento sequer.

Esse tinha sido o começo de tudo, naquele dia em Euride. Por um momento apenas, ele olhou para Dajh. Ele tinha crescido descuidado, ele sentiu que seu filho era velho o suficiente para que ele não precisasse se preocupar com ele o tempo todo. Que desastre. Essa era uma estrada em que ele não tinha planos de viajar novamente.

"Então Dajh..." Ele disse, erguendo o menino no chão, e ajoelhando-se ao lado dele. "O trabalho do seu pai é de um piloto. Qual é o seu trabalho?"

"Um... comer muita comida, brincar muito, cochilar, ficar em apuros, gritar, pedir desculpas..."

Todas as manhãs, antes de partirem eles tinham essa mesma conversa. Então, quando eles chegavam na creche, ele diria 'Olha, aqui é o seu local de trabalho,' e ele iria levá-lo para dentro.

"Isso é verdade. Mas hoje será um pouco diferente."

"Diferente?"

"Hoje, seu trabalho é vigiar o trabalho do seu pai. Você vai se sentar ao lado de papai e ser um bom menino. Você pode fazer isso por mim? "

O rosto de Dajh se iluminou, brilhante e alegre. Ele nunca tinha visto seu pai pilotar de perto.

"Você não pode ficar de pé, ou correr enquanto estivermos lá em cima. Entendeu? É um trabalho onde é preciso ficar quieto. Isso significa que você também." Então, ele olhou para o bebê chocobo. "E você. Não fique voando, entendeu?" O bebê chocobo concordou.

Ele levou um momento para abraçar Dajh novamente. Logo, ele não seria capaz de abraçá-lo tão facilmente. As crianças crescem tão rápido. Não demoraria nem mesmo dez anos antes que Dajh tivesse a mesma idade de Hope. Cada momento do tempo era precioso.

Então, quando Dajh fosse um adulto, ele iria dizer à Vanille e Fang, "Viram, ele se tornou um ótimo rapaz. Todas as coisas que aconteceram no passado, não são nada. Quem se importa que ele tenha se tornado um l'Cie quando era apenas um garoto?" O dia viria, quando eles seriam capazes de rir de tudo o que aconteceu. Não importa o quão longe no futuro que possa ser.

"Certo, vamos?" Sazh olhou para a torre de cristal e a viu brilhando ao sol. O lugar onde duas de suas amigas dormiam. "Nós nos encontraremos de novo um dia", ele sussurrou, e seguiu o soldado que o levaria embora.

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O texto original veio daqui.

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