quinta-feira, 25 de abril de 2013

Jade Raymond diz que a complexidade diminui a audiência


A produtora da Ubisoft Toronto afirmou numa recente entrevista o desejo de, sem comprometer o conceito característico da serie, tornar o jogo mais acessível à maioria dos jogadores modernizando a jogabilidade de Blacklist. Jade Raymond começa por referir a complexidade como um factor de distanciamento entre a maioria dos jogadores:

“Uma das coisas que nos prende é, apesar de todas as alterações feitas ao longo dos anos, que Splinter Cell é ainda um dos mais complexos e difíceis títulos para jogar.

Mesmo tendo os fãs de longa data que dizem ‘Oh, eu quero ter mais desta experiência’, quando tu jogas qualquer outro jogo que tenha elementos stealth, eles ‘perdoam’ mais os jogadores do que Splinter Cell“. Tendo este argumento como base, a produtora definiu o objectivo de tornar Blacklist mais ‘acessível’:

“Depois de lançarmos Conviction, houve muitas pessoas que reportaram que os fãs não gostaram do aspecto gameplay Mark & Execute.

Mas se olharmos para um feedback mais abrangente- nós fazemos questionários através da Uplay e conseguimos milhares de respostas- as pessoas que classificaram bem esses novos aspectos foram jogadores que afirmaram que jogaram pelo menos 2 jogos da série.

E esse feedback era contrário aquilo que nos ia chegando.” Em relação à dificuldade do jogo, a produtora descansou os fãs dizendo que continuará a ser desafiante havendo possibilidade de retirar aspectos como Mark & Execute em modo Perfectionist. Vamos poder controlar Sam Fisher num conflito contra o terrorismo global em Splinter Cell: Blacklist a partir do dia 23 de Agosto.

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