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Xenoblade Chronicles 3: História - Capítulo 4 - Vida? O que é vida?


Na abertura, vemos o Comandante Cammuravi, da Colônia Delta de Agnis dentro de um imenso Levnis, lutando contra uma colônia de Kevnis. Estes pensam que estão prestes a o derrotar, mas logo descobrem que fora apenas uma armadilha. Com cabelos, armas e roupa de fogo, ele é incrivelmente forte e audacioso e os derrota amargamente.

É mostrado o primeiro contato entre Cammuravi e N, onde o primeiro conjectura sobre quem ele é.


No cinema a mulher diz a J que ação dele foi muito ruim. O homem diz que aparentemente se voltou contra ele e que é melhor ele estar preparado para as consequências. J diz que somente estava interessado em fazer uma aparição e que ele está fazendo com que pareça que ele correu um grande risco. Outro homem pede para os dois pararem, pois J esteve "no banco" todo o tempo (querendo dizer que ele não tinha estado ativo ainda, acho.) e que entende porque ele esteve interessado em um pouco de drama. J concorda rindo e dizendo que realmente foi dramático e que eles lhe devem isto. A mulher diz que ele parece orgulhoso de si mesmo. 

Outra mulher entra e diz ao casal, P e O que N os deseja ver. Eles  perguntam se é a vez deles brilharem. A mulher responde que não sabe, que às vezes não tem a menor ideia do que passa pela cabeça de N. Eles se surpreendem, questionando-a se nem mesmo ela (implicando que é próxima de N e por isto deveria o compreender). Ela confirma que não sabe e diz que M poderia dizer melhor, mas que não tem aparecido nos últimos tempos.


Noah e Mio conversam com Taion, preocupados com seu estado, para entenderem se ele está digerindo bem os últimos acontecimentos. Ele aparentemente fez as pazes com seu passado e culpa e está disposto a prolongar a existência de Nimue carregando sua bússola e impregnando-a com novas lembranças. Eles partem e no caminho avistam o castelo da Rainha de Kevnis.  

No castelo a Comandante Ethel e seu capitão se reunem com a Rainha. Após os cumprimentos iniciais ambos notam a presença de N que os surpreendem. Comentam que o Consul N é o Consul Dourado, chefe de todos os Consuls de Kevesi e que está ali em pessoa. 


N está usando um controle para operar uma máquina exterior que é mostrada em uma imensa tela na sala. Explica que é o Aniquilador. A máquina mais nova de seu arsenal militar e faz uma demonstração atirando contra uma montanha e abrindo um buraco grande nesta.

No mapa, a equipe vê o brilho e o som e embora sem saberem exatamente o que ocorrera, deduzem que não foi algo bom.

N explica que seu alcance é ilimitado, portanto eles podem atacar qualquer região do mundo. Ethel pergunta se eles pensam em usar esta máquina de destruição contra Agnus. A rainha nega e mostra o próximo alvo: a colônia 4, de Ethel.

A equipe prossegue em seu caminho, com algumas conversas reflexivas e até um evento engraçado em que animais parecidos com galinhas roubam toda a comida do acampamento. Alguns pensam que Manana comeu tudo e ela dá um show de estrelismo negando. Até que percebem as pistas que indicam serem estes animais os culpados. Eles recolhem novos mantimentos pelo campo. 


Entremeios, pela tela da sala da rainha, o casal P e O assistem o capitão de Ethel, Boleares, fugindo e se perguntam se ele poderia se encontrar com os Ouroboros e se isto não poderia atrapalhar os arranjos anteriores. N diz-lhes para não se preocuparem, pois se eles fizerem contato, eles virão. E que Ouroboros são simples assim. 

Realmente, no retorno da colheita de mantimentos a equipe encontra Boleares e este conta que Ethel foi chantageada pela rainha para destruir os Ouroboros a custo da existência de sua colônia e que ela trabalhará em parceria com o Comandante Cammuravi, o que os surpreende muito, pois ele pertence à Agnis e não a Kevnis. 

N diz que isto é pelo entretenimento e explica que todos cujo relógio foi destruído estão fora do controle das flamas e que para trazê-los de volta ao controle seria necessário o renascimento. Mas que isto não seria divertido, pois o poder de ambos juntos supera mesmo o poder de alguns consuls. Que ele tem grandes esperanças neles. Assim, eles darão uma chance à Ethel e sua colônia, caso derrotem os Ouroboros. 


Ela envia Boleares de volta, para preparar e cuidar da colônia. E lhe diz para avisar a equipe caso os encontre e lhes desejar boa sorte. Após comer e descansar ele parte.

A equipe decide ir até o castelo e destruir a arma, mesmo ao risco de suas vidas.

No Castelo Ethel e Cammuravi conversam. Ela diz que é uma ironia estarem trabalhando juntos em algo (posto que são os maiores inimigos um do outro). Ele diz que é o destino. Ela pergunta porque ele aceitou, se foi para renascer. Ele a questiona se ficou sabendo. Ela responde que houveram rumores de que ele levou a culpa pela queda de sua colônia na última vez em que ambos lutaram e que por isto ele estava aprisionado. Ambos relembrar a última luta. Ele diz que a disputa entre ambos somente pode ser resolvida pela morte. E que, de certa forma está grato pois agora ele tem uma nova chance de lutar.

Ethel vê os dois robôs gigantes e pergunta se um deles é para ela. Um Moebius confirma, dizendo que foi feito sob medida para ela, assim como o outro para Cammuravi. E diz que é melhor ela fazer bom uso disto, com a vida que lhe resta. Diz ainda que ambos os robôs são especiais, pois estão ligados à vida deles e que quanto mais os dois se aquecerem, mais poder terão. E que mesmo sabendo que ela está livre do relógio de flamas, sua vida estará diretamente conectado à Origin.

Cammuravi pergunta como são os Ouroboros. Ethel responde que eles são esperança. Esperança para todos.

No acampamento Mio está lavando a louça com Lanz quando o prato escorrega de suas mãos. Mais cedo ela escorregara no caminho. Ele pergunta se ela está bem e e a olha atentamente. Mais tarde, sozinha, ela se pergunta se está perdendo as forças. Noah aparece e tenta a confortar dizendo que ela ainda tem dois meses e que após o castelo a City será muito mais fácil. Ela fica revoltada por ele falar que "ainda" tem dois meses e que isto é como nada. Ele diz que entende. Ela diz que não entende e sai correndo, chorando. 



Sena o admoeste, explicando que Mio está aterrorizada com a proximidade da morte, que só precisa que alguém, Noah, lhe diga que tudo ficará bem. Ela diz que Mio confia nele e que lhe faz confidências. Ele diz que é por terem esta ligação nos interlinks quando partilham lembranças e pensamentos. Sena diz que não é só isso e que ele, como Off-Seer, deveria ser mais esperto. E lhe diz para pedir desculpas a ela depois.

No amanhecer ao se preparem para a partida Mio se desculpa com Noah e ele com ela. Ela conta que sua flauta era de uma amiga, parceira de Off-Seer e que esta, antes de morrer, lhe deu a flauta e lhe disse para viver longamente. Que era estúpido porque Mio era mais velha e sua amiga foi quem morreu. Ela chora e então propõe que troquem as flautas, assim, tanto ela quanto sua amiga viverão mais sendo carregadas na flauta por ele. 


Continuando seu caminho a equipe é surpreendida por Ethel e Cammuravi em seus robôs. O casal de Moebius, P e O aparece para observar. Sena reconhece P como o Consul da Colônia Zeta. E pensa que se P está do lado de Agnis, então aa mulher estaria ao lado deles, Kevnis. 

A luta começa e demora a terminar. O casal está impaciente e ele assume o controle de Cammuravi através de seu olho. Cammuravi arranca seu olho para não ser controlado. Ele diz que será como a equipe. Que é livre. Ethel concorda. Diz que também é livre. Cammuravi a convida a continuarem. Ela concorda e diz que seus sonhos não morrerão. Ambos começam a lutar entre si para encerrar finalmente sua longa disputa. 

O casal de Moebius se desespera. E como não conseguem interromper a luta, acionam os relógios dos robôs. Ao fazer isto, fagulhas de vida começam a sair de ambos. O relógio está drenando suas vidas. Se não pararem de lutar morrerão. 

A equipe tenta matar os consuls, mas Ethel os impede. Ela diz que lutar é o que eles dois querem. Até a morte. Mesmo que eles não entendam agora, que é para viverem e levarem vivos os ideais de ambos. E em um último golpe acertam um ao outro com suas armas, destruindo-se, quase que em um abraço apaixonado.


O casal de Moebius fica desalentado, questionando o que N teria pensado ao escolher aquele casal de cabeças quentes. Como plano B eles irão lutar e matar os Ouroboros. Ambos assumes suas formas individuais de Ouroboros e depois fundem ambos as formas em uma única, maior. O resultado é um interlink disforme, com 2 corpos mal fundidos e duas cabeças, uma na frente da mulher e a outra atrás, do homem.

Eles falam orgulhosos de como aquela forma é a perfeição, etc. etc. Seu discurso é interrompido por um murro de Mio que o joga longe. Ela está furiosa e grita com eles mandando-os pararem de brincar com eles como se fossem brinquedos e coisas assim. O casal fica ao chão, com as pernas abertas, ouvindo.

A luta acontece e conforme se sente em desvantagem o casal tenta aumentar mais e mais seu poder. Há um momento de intenso brilho e o casal pergunta o que houve, pois não conseguem se mover. A equipe pensa que foi um golpe da arma de aniquilação e querem se afastar. Mio e Noah se transformam e do alto, Noah tira sua espada, coloca as mãos de ambos nela e caem em cima da cabeça dos consuls, destruindo o chão abaixo deles. O casal cai no abismo e explode em uma grande bola amarela.

Finalizando esta etapa Mio e Noah tocam a flauta para Ethel e Cammuravi e no acampamento conversam sobre o significado da escolha que ambos fizeram e que resultou em suas mortes. 


Enquanto se continuam se aproximando do castelo por um caminho alternativo, conversando distraidamente ainda sobre os motivos de Ethel ter preferido este fim, N, Joran e um Moebius olham pela janela do castelo. Joran pergunta se ele realmente acredita que virão. N assegura que sim. O Moebius pergunta o que acontecerá então. N diz que deseja mostrar algo para a rainha. E quando indagado sobre o que seria e o Moebius começa a dizer que ela não é nem mesmo algo quando N interrompe e diz que ela precisa estar lá para ver como esperança morre. Joran questiona o porque disto agora. N diz que a rainha pode ver isto, que ela ocupa o mesmo nicho de existência que eles.

A equipe conhece Ashera, comandante da Colônia 11 e liberta seu castelo, ganhando-a como heroína. 

Finalmente chegam às imediações do castelo. Veem muito armamento no entorno. Noah imagina que talvez os Moebius tenham antecipado seus movimentos. Ele diz que não seria possível Ethel e Cammuravi terem os encontrado se não estivessem sendo observados. Da mesma forma agora devem saber o que estão para fazer. Eunie pergunta se é uma armadilha e devem retornar. Ele nega. Diz que não podem voltar atrás agora. Eles não podem deixar que a morte de ambos os heróis tenha sido em vão. Decidem assumir o risco. Escondida atrás de uma pedra, uma jovem os observa.


Entram escondidos em um container que é transportado ao castelo. De lá conseguem chegar ao lugar onde desejam, onde existe uma vulnerabilidade na arma da aniquilação. Quanto estão prontos para a destruir, surge um Moebius. Eunie o reconhece como o Moebius que a matou em outra vida. O interlink se desfaz fazendo surgir Joran e outro Moebius que retira a máscara e é jovem, porém desconhecido.

Joran e o homem comentam a vitória deles sobre o casal P e O. E dizem que foi uma grande tolice deles forçarem a duração do interlink além do tempo limite. E que por isto explodiram. Eles então assumem a forma de Ouroboros individuais e depois se fundem em um único interlink como o casal. É o mesmo que viram inicialmente, não disforme como a do casal. A luta começa.

Eunie está apavorada e seu medo a torna lenta. O Moebius nota, lembra-se dela e diz que a matará todas as vezes que se encontrarem. Taion assume o controle e enfrenta o Moebius, mas é derrotado. Todos estão quase sendo derrotados. Eunie se desespera e parte para cima dele sendo detida. O Moebius aproxima o dedo de seu olho, como em sua lembrança. Ela treme. 

Era tudo uma armadilha de Taion e Eunie que conseguem prender o Moebius à máquina e a explodir com eles presos a ela. Taion diz que não morreram, que conseguiram desaparecer antes da explosão. 
A máquina, objetivo final da equipe, foi destruída. 


Partem rumo ao canal de água que os levará à rota de fuga. A certo ponto Mio pergunta se Noah tem certeza de estarem no caminho certo. Noah confirma que está de acordo com o mapa de Boleares, mas o local parece diferente do que deveria ser. Percebem que estão na sala do trono e decidem fugir enquanto há tempo. Noah está indo com eles quando vê algo e vai em outra direção sendo seguido por todos.

Observam os pods onde as vidas são geradas. Veem Ethel jovem em um dos pods e ficam confusos, comentando como isto pode ser, quando uma plataforma desce do topo trazendo a rainha dos Kvenis, Melia. Esta diz que eles retornaram e os chama de seus amados soldados.

N surge ao seu lado. Ele os chama de Ouroboros ralé. E pergunta como ousam se introduzir na presença de sua majestade a rainha Melia Antiqua.


Mio fica distraída observando N, sentindo que o conhece sem identificar de onde o conhece. Ela compara o rosto de Noah e de N até ser trazida de volta pela Rainha que diz que se esforçou por anos sem fim para cuidar de seus soldados, da colônia, até tudo isto ter ficado em risco por causa deles e do que fazem, libertando as colônias. Ela diz que eles devem ser apagados, eliminados deste mundo. 

Começa a luta. A equipe não consegue ultrapassar seu escudo de proteção. Com medida desperada, Noah pensa em usar sua espada na Rainha. A equipe não concorda, por se tratar da Rainha.Uma grande bola amarela se forma acima de sua cabeça e explode. A máscara da Rainha cai ao chão e todos podem ver que ela é uma máquina, um robô apenas e não um ser vivo. E que está desativado agora, sendo observado pela equipe e por N.


N ri com a surpresa da equipe. Depois gargalha. Ele diz: "Era isto o seu feito, Rainha? Você não desistiu de sua falsa esperança. Muito bem. Por todos os meios, olhe. testemunhe como torno ocos seus anéis de esperança... como eu corto tudo em fitas!" E então derruba o robô da rainha ao chão.

Noah começa a sentir uma dor forte na cabeça. No início deste evento já sentira a mesma dor. E agora parece ser insuportável, fazendo com que se ajoelhe e deixe a espada cair. N diz que é destino. Que muitos tentaram, mas ninguém nunca conseguiu escapar a este fluxo. Mio repara na espada de N, muito parecida com a de Noah. 

Quando estão prestes a lutar, um soldado entra e avisa N de que o castelo está sendo atacado por tropas dos Lost Numbers, números perdidos. Naves invadem o castelo através das altas janelas, atirando para todos os lados. Algumas naves pegam lotes de pods e sai com eles, enquanto soldados dentro de robôs saem das naves e cercam N, atirando contra seu escudo. A equipe decide aproveitar a confusão e fogem. As naves saem também após recolherem os lotes de pods, incluindo o pod de Ethel.

N fica sozinho na sala do trono e retira sua máscara revelando o mesmo rosto de Noah. Diz que a passagem do destino, quão fácil foge ao seu controle. E talvez, ele chegará ao seu alcance uma vez mais.

Uma mulher se aproxima e pergunta o que ele fará se isto ocorrer. Ela também retira sua máscara mostrando um rosto idêntico ao da Mio. Ele questiona se ela ainda tem que perguntar isto. Que ele irá lhes dar equilíbrio, um tempo imutável, a eternidade deles. 

Fim do capítulo 4.


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