sábado, 1 de abril de 2017

Zelda - Respiração Selvagem: primeiras impressões

Já podem ter imaginar quais são minhas primeiras impressões, não? lol

Conforme meu último post, depois de Final Fantasy XV fiquei sem ter um jogo para chamar de meu por dois meses. Tentei The Last Guardian, The Witcher 3 e Horizon Zero Dawn sem conseguir gostar de nenhum deles. Estava aguardando o lançamento de Persona 5 dia 04 de abril, semana que vem, quando surgiu a oportunidade incrível de comprar um Wii U usado à um preço incontestável. Comprei. Só para jogar Zelda. Nunca tinha jogado. Foi uma loucura, porque se não gostasse... Tudo bem, posso vender o Wii U, mas eu não queria uma nova decepção.

A primeira impressão, mal comecei, foi de familiaridade, de estar no meu ambiente, no tipo de jogo que gosto, mesmo sem nunca ter jogado um Zelda antes. Eu nem sei explicar porque parece tão familiar. Acho que o visual cartoonizado, o esquema todo à antiguinha, sei lá. rs

Não que ele seja menos moderno ou feio ou desajeitado, que é o que pensamos quando nos referimos à jogos antigos. Apesar de não ter a mesma definição gráfica de jogos de PS4, Zelda é super bonito, bem feito, com alguns elementos e efeitos especiais muito modernos e total e absolutamente intuitivo. Não precisa daquele monte de tutoriais e a tela é limpa, com quase nada de informações.

Jogabilidade simplificada

A história é bastante simples: eu sou Link, o tradicional herói de Zelda, que acorda em uma câmara de suspensão onde estava adormecido. Aparentemente 100 anos atrás um demônio chamado Calamity Ganon destruiu o reino de Hyrule e agora está em um castelo contido pela princesa Zelda, cujas forças estão prestes a acabar. Fui despertado do sono secular para derrotá-lo, salvando o reino e a princesa. Simples e eficiente. A luta final está disponível em poucos minutos após o início do jogo, mas recomenda-se antes fazer 4 shrines (dungeons) para readquirir o controle de 4 feras que poderão ajudar na luta com o boss.

A primeira coisa que chamou minha atenção foi que consegui escalar uma parede em um ponto qualquer, sem nenhuma marcação e depois descer por outro ponto qualquer. E é assim sempre: Link pode subir em qualquer coisa, praticamente. As árvores contém frutas que podem ser colhidas e ninhos de pássaros com ovos que podem ser coletados. Encontramos alimentos como cogumelos e plantas pelo chão e todos eles podem ser comidos crus ou cozidos separadamente em fogueiras ou agrupados quando se tem uma panela. Você pode adicionar até 5 ingredientes e descobrir receitas. É super gostoso! Além da liberdade de ousar e experimentar ingredientes diferentes, faz um barulhinho legal e os itens ficam pulando na panela. rs

Minha primeira comida não foi lá grande coisa. lol

Para cozinhar, primeiro tem se que encontrar uma panela com uma fogueira acesa embaixo. Se encontrar a panela mas o fogo estiver apagado, você deve ter ou uma tocha ou um galho, aproximar-se de uma fogueira acesa nas proximidades e atear fogo no item, levando-o até a lenha embaixo da panela. Com este método você, aliás, pode queimar qualquer coisa de madeira. Caixotes costumam conter algum alimento que é revelado depois de queimado. Portas de madeira podem ser abertas assim e também como defesa contra abelhas (se você quiser pegar o mel da colmeia sem morrer) ou morcegos que aparecem à noite ou qualquer outro mob.

A segunda já foi melhorzinha.

As armas vão sendo encontradas pelo caminho. No início é um simples pedaço de pau, depois algumas espadinhas, um machado, arco, depois flechas simples, mais para a frente flechas de fogo, vai aumentando o poder e complexidade das armas. Todas elas se desgastam e quebram depois de algum uso. Apego não é estimulado no jogo. rs




Logo na primeira fogueira encontrei um velho com quem conversei. Ele me fala algumas coisas sobre o mundo em que estou. Parece que esta é uma pequena área isolada do restante maior do reino de Hyrule e para sair e ir para a outra parte, incluindo o castelo onde está a princesa e o monstro, devo adquirir um parapente que permitirá ao Link pular de grandes alturas e aterrissar a salvo. O velho pode me dar um em troca de tesouros. Ele me pede para entrar em 4 Shrines e pegar o tesouro delas. Eu vou. Fazer o quê?

Estas Shrines são bem legais (até o momento). Elas consistem basicamente na resolução de algum quebra-cabeças e em cada um eu ganhei um artefato com algum poder sobre a matéria para ajudar na solução. No primeiro ganhei um imã que move objetos metálicos, no segundo um lançador de bombas incrível, no terceiro um mecanismo de parar o tempo, imobilizando objetos e no quarto um fazedor de pedestrais de gelo à partir de água, útil para subir em lugares altos ou desbloquear o caminho. É, tipo... sensacional, do car... !!!! kkkkk


Quando se finaliza uma Shrine ganha-se um um Spirit Orb. Troca-se 4 deles por, ou um aumento de vida ou um aumento na stamina. Stamina é o que o Link usa para correr, escalar ou nadar. Se acabar no meio, end game, ok? Troca-se rezando no Templo do Tempo. Esta construção grande logo no início do game.

Embaixo de uma pedra encontrei esta figura e ganhei um item. Parece que existem 900 deles no jogo e estes itens podem ser usados para aumentar o espaço de armazenamento de armas. Encontrei outro passando entre algumas flores.

Muito bem. Fiz as duas primeiras. A terceira e a quarta estavam em um lugar gelado. Bom, lá tem noite e dia, tem lugares que ventam, etc... E tem este lugar gelado e imagino que tenha lugares quentes também. Link perde vida rapidinho quando está muito frio.

Bem... Eu tinha descoberto umas receitas que davam imunidade contra frio (tudo que usa pimenta como ingrediente) e tentei, mas eu não gosto desta coisa de tempo contado e também tinha lido o diário do velho, quando descobri a cabana onde morava, que ele tinha uma receita perfeita contra o frio, mas tinha esquecido do terceiro ingrediente e recompensava com uma túnica contra frio.



Fui atrás da comida. Os ingredientes são o peixe de Hyrule, carne crua de caça e pimenta picante. Para facilitar, aqui está um gameplay mostrando como fazer a quest toda:



Pescar os peixes é bem fácil. Só ir neste lugar indicado e entrar na água e pegar. Agora a tal da carne crua. É na Floresta dos Espíritos. Recomendo ter flechas de fogo. Primeiro que é muito difícil encontrar um bichinho dando sopa por lá e segundo que eles correm assim que você se aproxima. O botão de caminhar, pressionado para cima, faz o Link andar agachado, sendo mais fácil se aproximar.

Minha roupa contra frio.

Tendo a roupa foi rapidinho ir nas últimas duas Shrines e conseguir os dois últimos orbes. Fui até o Templo do Tempo trocá-los e lá encontrei o velho que finalmente me daria o parapente para sair daquele pequeno mapa. O tempo todo desta quest de 4 partes eu encontrei o velho em vários lugares e me perguntava sobre quem seria.

No topo do templo ele finalmente revela sua história e todos os detalhes da história do monstro, Zelda e também sobre uma lenda a respeito do herói adormecido, Link, lógico. Ele pede para que mate o monstro e salve a princesa e o reino antes de desaparecer.



E eu, finalmente usei o parapente e ganhei o mundo de Hyrule!



Aqui está o mapa desta pequena parte. Cada Shrine é um dos quadradinhos azuis, a cabana do velho é a estrela e o outro ponto é o Templo do Tempo. O ponto acima de Eastern Abbey é a câmara inicial. Pode-se viajar de um ponto de shrine para outro simplesmente selecionando no mapa e usando a opção viajar. Rápido, prático e eficiente.

...

Este jogo é simplesmente incrível!!! Até onde sei não vi nada do muito - mas muito! - que tenho pela frente. Estou encantada, adorando, amando.

Nota 1.000.0000!


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