segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Metal Gear Rising: Revengeance traz combates ágeis em meio a muito sangue

Metal Gear Rising: Revengeance finalmente ganhou uma versão beta, depois de um bom tempo de produção, algumas polêmicas e desconfianças dos fãs. Agora vocês pôde conferir o jogo na integra, e traz as primeiras impressões:




A nova parceria

Feito em parceria pela Kojima Productions e a Platinum Games, MGR: Revengeance traz uma abordagem completamente nova à série. A jogabilidade em stealth é deixada de lado para dar lugar a um estilo de jogo hack n’ slash, que talvez não seja muito familiar aos fãs da franquia. Protagonizado por Raiden, a história do jogo se passará após os acontecimentos de MGS 4, mas não será necessário conhecer a longa história dos títulos anteriores para entender a trama do game.

Logo nos primeiros momentos, percebe-se que o DNA da Platinum Games, famosa por games frenéticos como Bayonetta e Vanquish, está bem presente. Todos os movimentos de Raiden são feitos de forma rápida, mas precisa, especialmente em relação à movimentação do personagem. Basta segurar um botão para acionar o “Ninja Run”, um modo onde Raiden não apenas corre, mas pula de obstáculos automaticamente e evita tiros de adversários. Ele funciona de forma semelhante, porém mais eficiente, que o Free Run de Assassin’s Creed.


O combate usa as mesmas bases que estamos acostumados em jogos como Devil May Cry e o próprio Bayonetta, com combos que podem ser feitos com diversas combinações de golpes e armas, seja no chão ou no ar. Contudo, a grande novidade fica mesmo para principal elemento de Metal Gear Rising: o modo “Free Katana”.

Não é exagero dizer que a novidade desenvolvida pela Platinum Games é inovadora, quase revolucionária. Após o final de cada combo, tudo que o jogador precisa é acionar um botão e tudo se move em câmera lenta. Com o analógico direito (seja no PS3 ou Xbox 360) é possível orientar o sentido em que o corte será feito ou, se preferir, alternar entre golpes verticais e horizontais direto com dois botões. O mecanismo é incrivelmente funcional e mais simples do que se imaginava.

Outra clara preocupação da Platinum foi quebrar o estigma de contra-ataque que geralmente aflige jogos com espadas. Em Revengeance, é possível esperar o inimigo atacar para só enfim revidar, mas este não é o foco do game. O objetivo é que o jogador ataque sem parar, e para incentivar isto, não há um botão único para defesa. A escolha foi acertada, aumentando assim a velocidade das batalhas, que não correm o risco de se estender demais. O único porém neste caso é a falta de um comando de esquiva, tão comum em outras séries hack n’ slash. A ausência pode ser sentida principalmente por quem está começando a jogar e ainda não domina os comandos de Raiden.

Graficamente, o que mais deve chamar a atenção dos jogadores é a violência. Mesmo estilizada, as sequência onde corpos são cortados e sangue jorrando impressionam e justificam a recomendação do jogo apenas para maiores de 18 anos. Ainda assim, para quem gosta do gênero, é algo que está longe de incomodar. Outro ponto forte, segundo a Konami, é a trilha sonora, completamente original e que foi elaborada nos estúdios da empresa nos EUA.



Opinião: Depois de ter jogado o demo este final de semana pode comprovar que os gráficos e jogabilidade e a dificuldade principalmente é demais! O melhor de tudo é poder jogar esse jogo com legendas em português, como é bom! Parabéns a Konami por trazer esse jogo ao menos com legendas em português espero que uma outra empresa também abra os olhos para o publico português e traga uma famosa serie ao menos legendado em nosso idioma.

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